Daqui vinte dias, completo 23 velinhas. Que beleza!!!
Quarta-feira, Maio 05, 2004
Terça-feira, Maio 04, 2004
Coisas que esqueci de escrever, mas nunca é tarde:
1) Tenho medo quando estou esperando o metrô na plataforma. Sabe por que? Eu olho os trilhos e sinto que eles me chamam. Eles ficam lá, e eu na plataforma. Eles lá, eu na plataforma. Eles lá, eu na plataforma. Eu na plataforma, e as pessoas lá. O metrô chegando. Algo de mim nos trilhos e o tumulto formado. Não permitam que eu chegue perto do metrô, se eu estiver deprimida. Por enquanto, prometo me manter atrás da linha amarela.
2) Minha avó morreu no dia 3 de outubro de 2003, dois dias antes de completar 93 anos. Ela estava muito doente e, vivia na cama, dependia de nós para tudo. Minha mãe estava em depressão até pouco tempo. E há um mês e pouco, minha avó falou com minha mãe. Meus pais são espíritas e eu tenho uma grande tendência a ser também. Eles frequentam um centro em Ibiza e, minha vozinha linda compareceu em uma das sessões. Ela disse para minha mãe que estava muito triste por vê-la daquele jeito. E que não queria que a filha acabasse como ela: paralítica, dependente e sem memória. Minha mãe está muito melhor agora. Eu agradeço a Deus por ter deixado minha avó conversar com ela. Há duas semanas fui a sessão. Minha avó não veio, talvez porque já tenha feito sua parte. Mas se ela tivesse aparecido, eu diria: Desculpa por não estar com vc o dia em que morreu. Obrigada por ter cuidado de mim durante toda a minha vida. Eu te amo. Aliás, falaria a mesma coisa para minhas duas avós.
3) Quando minha avó materna morreu, eu estava envolvida com o meu TCC. E não ia para Ibiza há alguns finais de semana. Quando minha avó paterna morreu, eu estava no ginásio. Não sei porque, mas não a visitava há algum tempo. E ela morava na rua ao lado da minha. No dia que ela faleceu, eu voltei do colégio e passei em frente a casa dela. Ela estava na varanda, acenou para mim e eu para ela. Disse qur iria visitá-la logo. Não deu tempo. Naquele dia a tarde, ela passou mal. Foi internada. E faleceu no outro dia. Nos dois velórios, eu chorei e beijei a face gelada das duas. Às vezes, me sinto culpada. Só que sei que não há motivo. Mas há culpa, mesmo assim.
1) Tenho medo quando estou esperando o metrô na plataforma. Sabe por que? Eu olho os trilhos e sinto que eles me chamam. Eles ficam lá, e eu na plataforma. Eles lá, eu na plataforma. Eles lá, eu na plataforma. Eu na plataforma, e as pessoas lá. O metrô chegando. Algo de mim nos trilhos e o tumulto formado. Não permitam que eu chegue perto do metrô, se eu estiver deprimida. Por enquanto, prometo me manter atrás da linha amarela.
2) Minha avó morreu no dia 3 de outubro de 2003, dois dias antes de completar 93 anos. Ela estava muito doente e, vivia na cama, dependia de nós para tudo. Minha mãe estava em depressão até pouco tempo. E há um mês e pouco, minha avó falou com minha mãe. Meus pais são espíritas e eu tenho uma grande tendência a ser também. Eles frequentam um centro em Ibiza e, minha vozinha linda compareceu em uma das sessões. Ela disse para minha mãe que estava muito triste por vê-la daquele jeito. E que não queria que a filha acabasse como ela: paralítica, dependente e sem memória. Minha mãe está muito melhor agora. Eu agradeço a Deus por ter deixado minha avó conversar com ela. Há duas semanas fui a sessão. Minha avó não veio, talvez porque já tenha feito sua parte. Mas se ela tivesse aparecido, eu diria: Desculpa por não estar com vc o dia em que morreu. Obrigada por ter cuidado de mim durante toda a minha vida. Eu te amo. Aliás, falaria a mesma coisa para minhas duas avós.
3) Quando minha avó materna morreu, eu estava envolvida com o meu TCC. E não ia para Ibiza há alguns finais de semana. Quando minha avó paterna morreu, eu estava no ginásio. Não sei porque, mas não a visitava há algum tempo. E ela morava na rua ao lado da minha. No dia que ela faleceu, eu voltei do colégio e passei em frente a casa dela. Ela estava na varanda, acenou para mim e eu para ela. Disse qur iria visitá-la logo. Não deu tempo. Naquele dia a tarde, ela passou mal. Foi internada. E faleceu no outro dia. Nos dois velórios, eu chorei e beijei a face gelada das duas. Às vezes, me sinto culpada. Só que sei que não há motivo. Mas há culpa, mesmo assim.
Esse texto foi publicado ontem na Folha de São Paulo. Reproduzo ele aqui, porque considero ele importantíssimo para os jornalistas.
42 jornalistas morreram em 2003
Um terço do mundo não tem mídia livre
DA FRANCE PRESSE
Cerca de um terço da população mundial esteve privada de liberdade de imprensa em 2003, segundo relatório anual da ONG internacional Repórteres Sem Fronteira (RSF), com sede em Paris.
"Mais de 130 jornalistas se encontram atualmente presos no mundo, e 42 perderam a vida em 2003 por exercer sua profissão ou expressar suas opiniões, contra 25 mortes registradas em 2002", disse a organização, ressaltando que, desde 1995, esses dados não haviam sido tão negativos. Além disso, 766 jornalistas foram detidos, mais de 1.460 foram agredidos ou ameaçados e 501 meios de comunicação foram censurados em todo o mundo em 2003.
A maioria das vítimas mortais ocorreu na Ásia, com 16 mortes, considerada a maior prisão para jornalistas do planeta. No Oriente Médio, 15 jornalistas de diversas nacionalidades perderam a vida em 2003. "Além da carência de meios de comunicação independentes e a fortíssima autocensura em vários países, a Guerra do Iraque e a continuação do conflito israelo-palestino submeteram a liberdade e a segurança dos jornalistas a uma dura prova."
No Iraque, além das duras restrições impostas pelo regime iraquiano até a sua queda, em abril, e da violência das milícias e insurgentes iraquianos, os RSF ressaltam a agressividade das forças americanas. "Os soldados americanos mataram cinco jornalistas durante ou depois da guerra e não foi feita nenhuma investigação."
Com ao menos oito jornalistas mortos em 2003, a América Latina segue uma terra de contrastes para a liberdade de imprensa, seriamente ameaçada em Cuba e na Colômbia e vítima de instabilidade política na Bolívia, no Equador, na Venezuela e no Peru.
Cinco das mortes ocorreram na Colômbia, considerada o país mais perigoso da região, com mais de 60 jornalistas seqüestrados. Os RSF denunciaram a onda de repressão em Cuba, com 27 jornalistas presos na onda repressora que levou ao todo 75 dissidentes à prisão e a condenações de até 27 anos. "Seus crimes? Publicar artigos no exterior e conversar com diplomatas dos EUA."
No Brasil, os RSF vêem a situação como satisfatória, mas apontam graves violações, principalmente o assassinato de dois jornalistas: o fotógrafo Luiz Antônio Costa, morto em São Paulo por criminosos, e Nicanor Linhares Batista, dono da Rádio Vale do Jaguaribe em Limoeiro do Norte, Ceará, morto por motivo político.
42 jornalistas morreram em 2003
Um terço do mundo não tem mídia livre
DA FRANCE PRESSE
Cerca de um terço da população mundial esteve privada de liberdade de imprensa em 2003, segundo relatório anual da ONG internacional Repórteres Sem Fronteira (RSF), com sede em Paris.
"Mais de 130 jornalistas se encontram atualmente presos no mundo, e 42 perderam a vida em 2003 por exercer sua profissão ou expressar suas opiniões, contra 25 mortes registradas em 2002", disse a organização, ressaltando que, desde 1995, esses dados não haviam sido tão negativos. Além disso, 766 jornalistas foram detidos, mais de 1.460 foram agredidos ou ameaçados e 501 meios de comunicação foram censurados em todo o mundo em 2003.
A maioria das vítimas mortais ocorreu na Ásia, com 16 mortes, considerada a maior prisão para jornalistas do planeta. No Oriente Médio, 15 jornalistas de diversas nacionalidades perderam a vida em 2003. "Além da carência de meios de comunicação independentes e a fortíssima autocensura em vários países, a Guerra do Iraque e a continuação do conflito israelo-palestino submeteram a liberdade e a segurança dos jornalistas a uma dura prova."
No Iraque, além das duras restrições impostas pelo regime iraquiano até a sua queda, em abril, e da violência das milícias e insurgentes iraquianos, os RSF ressaltam a agressividade das forças americanas. "Os soldados americanos mataram cinco jornalistas durante ou depois da guerra e não foi feita nenhuma investigação."
Com ao menos oito jornalistas mortos em 2003, a América Latina segue uma terra de contrastes para a liberdade de imprensa, seriamente ameaçada em Cuba e na Colômbia e vítima de instabilidade política na Bolívia, no Equador, na Venezuela e no Peru.
Cinco das mortes ocorreram na Colômbia, considerada o país mais perigoso da região, com mais de 60 jornalistas seqüestrados. Os RSF denunciaram a onda de repressão em Cuba, com 27 jornalistas presos na onda repressora que levou ao todo 75 dissidentes à prisão e a condenações de até 27 anos. "Seus crimes? Publicar artigos no exterior e conversar com diplomatas dos EUA."
No Brasil, os RSF vêem a situação como satisfatória, mas apontam graves violações, principalmente o assassinato de dois jornalistas: o fotógrafo Luiz Antônio Costa, morto em São Paulo por criminosos, e Nicanor Linhares Batista, dono da Rádio Vale do Jaguaribe em Limoeiro do Norte, Ceará, morto por motivo político.
Segunda-feira, Maio 03, 2004
Hoje, Dia Mundial da Liberdade da Imprensa.
Algumas coisas para fazer, cabeça doendo e vontade de ficar com as pernas para o alto.
Algumas coisas para fazer, cabeça doendo e vontade de ficar com as pernas para o alto.
Domingo, Maio 02, 2004
Considerações:
O que estou lendo: Nunca lhe prometi um jardim de rosas (livro de psicologia para fazer uma trabalho de facul de uma amiga); lei no. 75, para o concurso público; manual do Estadão, para tentar ser uma jornalista melhor, Gone with the Wind part 1, para melhorar meu inglês e Cem anos de solidão, apesar de adorar o livro, ainda não consegui terminá-lo e faltam apenas 100 páginas.
O que estou vendo na TV: Agora, Fantástico. Em outras horas: telejornais e novelas (Chocolate com Pimenta, última semana e Celebridade).
O que estou querendo da vida: um emprego que me permita não necessitar mais de ajuda financeira dos meus pais e da minha irmã. Meu sonho atual no momento é esse.
O que estou amando: o Almir ( meu love há quase quatro anos) e o Luca (meu sobrinho de 3 meses).
O que está faltando na minha vida: a presença real de meus amigos (todos, os de Bauru e os de Sampa tb) e do meu namorado (que continua em Bauru, aproveitando a vida universitária. Ai, que inveja).
O que estou lendo: Nunca lhe prometi um jardim de rosas (livro de psicologia para fazer uma trabalho de facul de uma amiga); lei no. 75, para o concurso público; manual do Estadão, para tentar ser uma jornalista melhor, Gone with the Wind part 1, para melhorar meu inglês e Cem anos de solidão, apesar de adorar o livro, ainda não consegui terminá-lo e faltam apenas 100 páginas.
O que estou vendo na TV: Agora, Fantástico. Em outras horas: telejornais e novelas (Chocolate com Pimenta, última semana e Celebridade).
O que estou querendo da vida: um emprego que me permita não necessitar mais de ajuda financeira dos meus pais e da minha irmã. Meu sonho atual no momento é esse.
O que estou amando: o Almir ( meu love há quase quatro anos) e o Luca (meu sobrinho de 3 meses).
O que está faltando na minha vida: a presença real de meus amigos (todos, os de Bauru e os de Sampa tb) e do meu namorado (que continua em Bauru, aproveitando a vida universitária. Ai, que inveja).
Apesar da preguiça...
Eu coloquei na cabeça que quero fazer uns agasalhos para mim nesse inverno. Então, pedi para mami me ensinar. Ela tentou, mas eu não consegui aprender. Por enquanto. Não desisti da idéia. Vou tentar achar um curso de tricô. Na verdade, estou a fim de ganhar um dinheirinho com isso. Se eu fizer umas malhas bonitas, as pessoas vão perguntar onde comprei. Então, faço propaganda e vendo meu artesanato. Já perceberam que estou desesperada atrás de uma grana. Pois é, ainda não venci na profissão, so... I need MONEY. Minha mami me disse: vc é inteligente para ser jornalista, mas não para tricotar. Que horror! O que exige mais QI afinal? Por enquanto, vence o tricô. No meu caso, pelo menos. rá.
Eu coloquei na cabeça que quero fazer uns agasalhos para mim nesse inverno. Então, pedi para mami me ensinar. Ela tentou, mas eu não consegui aprender. Por enquanto. Não desisti da idéia. Vou tentar achar um curso de tricô. Na verdade, estou a fim de ganhar um dinheirinho com isso. Se eu fizer umas malhas bonitas, as pessoas vão perguntar onde comprei. Então, faço propaganda e vendo meu artesanato. Já perceberam que estou desesperada atrás de uma grana. Pois é, ainda não venci na profissão, so... I need MONEY. Minha mami me disse: vc é inteligente para ser jornalista, mas não para tricotar. Que horror! O que exige mais QI afinal? Por enquanto, vence o tricô. No meu caso, pelo menos. rá.